Artigos sobre cuidados com Idosos, dicas para o bem viver, receitas culinárias e reflexões sobre temas variados...

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Mousse de Abacaxi.

Muito fácil e prático. Vamos aproveitar esta gostosura que traz muitos benefícios.

Ingredientes
1 abacaxi maduro
1 l de água
2 caixas de gelatina light sabor abacaxi
3 potes de iogurte desnatado

Modo de Fazer
Descasque o abacaxi e pique em pequenos pedaços. Coloque para ferver em uma panela com a água por cerca de 20 minutos. Adicione as gelatinas e misture bem. Se o abacaxi soltou bastante suco, desmanche as gelatinas em 1 copo de água, se ficou pouco, desmanche em um pouco mais. A quantidade de água depende de sua preferência pela consistencia da sobremesa. Deixe esfriar e junte o iogurte. Coloque em taças e deixe gelar.
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Pra quem gosta de bromélias, cultive esta!!!!!


Sim!!!! o abacaxi é uma bromélia!!! Veja que interessante.
Ele é oriundo da América do Sul e pode ser cultivado em qualquer região quente do planeta. O abacaxi tem uma enorme aceitação em toda parte do mundo, desde o natural como industrializado. É um alimento rico em Vitamina C, betacaroteno e Vitaminas do complexo B e minerais como cálcio, manganês, potássio, ferro e fibras, que são importantes para uma vida saudável. Além disso, contém uma poderosa enzima, chamada bromelina. Esta enzima pode ajudar na redução de inflamações diversas e contribui para uma boa digestão. Sendo rico em fibras solúveis é otimo para controlar os níveis de colesterol no sangue e tem o poder de acelerar a cicatrização dos tecidos; é indicado para pedra nos rins, hipertensão arterial e anemias.
Para quem quer perder peso, o abacaxi é importante por ser diurético e ajuda muito quem tem problemas de retenção de líquidos.
Na culinária, o abacaxi é bem versátil e pode ser usado em vários pratos como mousses, bolos, cremes, sorvetes, saladas, sucos e coqueteis; e nos pratos quentes, também é bastante apreciado em receitas com frango, costelas de porco e nas carnes vermelhas.

VALOR NUTRITIVO
É uma fruta com alto teor de vitamina C.
Além disso, contém celulose, uma substância indispensável para o bom funcionamento intestinal, e bromelina, uma outra substância que facilita a digestão das carnes.

VALORES NUTRICIONAIS-
Porção: 100g
- Kcal: 52.0
- HC: 13.7
- PTN: 0.4
- LIP: 0.2
- Colesterol: 0
- Fibras: 1.4
Além da polpa, as cascas e o miolo do abacaxi podem ser utilizados para a produção de sucos. Previne dores de garganta e resfriados e é bom para a circulação, servindo também como tempero para amaciar carnes.
O abacaxi pode ser consumido in natura, industrializado sob a forma de geléia, vinho, cristalizado, passa ou licor. Ao comprá-lo é bom observar se as folhas da coroa não estão secas nem murchas e se o cheiro está bom. É bom observar também se não existem manchas na fruta.
O melhor período de safra compreende o mês de dezembro a janeiro.
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sexta-feira, 13 de agosto de 2010

PAVÊ DE MARACUJÁ


Ingredientes

100 gr de chocolate meio amargo ralado
500 gr de chantilly
1 pacote de biscoito maisena

Creme
1 lata(s) de leite condensado
1 lata(s) de creme de leite sem soro
3/4 xícara(s) (chá) de suco de maracujá

Cobertura
1/2 xícara(s) (chá) de água
1/2 xícara(s) (chá) de suco de maracujá
1 xícara(s) (chá) de açúcar
2 colher(es) (sopa) de amido de milho

Montagem: em uma tigela ou em taças individuais.

1a. Camada - um pouco do chantilly.
2a. Camada - bolacha maisena (não colocar muito próximas umas das outras).
3a. Camada - creme de maracujá.
4a. Camada - chocolate ralado.

Repetir as camadas, a última deve ser de creme de maracujá ou chantilly e colocar por cima a cobertura. Levar à geladeira.

OBS: O maracujá pode ser substituído por 1/2 xícara de chá de suco de limão.

Creme
Em uma panela misture o leite condensado e o creme de leite, em seguida leve ao fogo, mexendo bem. Depois acrescente o suco de maracujá. Leve à geladeira por mais ou menos 40 minutos, até ficar cremoso.

Cobertura
Misture tudo. Leve ao fogo até engrossar e depois se quiser acresecente duas colheres de sopa de semente de maracujá.

veja mais receitas como esta em http://cybercook.terra.com.br
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quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Psicologia se volta para os idosos no século XXI

Matéria extraída do site http://www.conexaociencia.jex.com.br

Nos últimos anos, os veículos de comunicação têm divulgado dados de que a população idosa do país cresce rapidamente. Esses dados projetam ao Brasil a 6ª colocação até 2025 no ranking dos países mais populosos em idosos no mundo. Um contingente tão considerável de indivíduos nessa faixa de idade fez com que algumas ciências, como a psicologia, direcionassem cada vez mais seus estudos aos idosos no país. A Universidade Estadual de Londrina, por meio do Departamento de Psicologia e Psicanálise da instituição, desenvolve o projeto de pesquisa intitulado "Bem-Estar e Sentido de Vida na Velhice" que mostra a contribuição da psicologia como compreensão e alternativas de intervenção ao indivíduo idoso. A seguir, entrevista com a coordenadora do projeto, professora doutora em educação pela Universidade de Campinas, Meyre Eiras de Barros Pinto:

Conexão Ciência: Hoje existe muito mais preocupação com os idosos e seu bem-estar. A que se deve isso?

Meyre Eiras de Barros Pinto : Deve-se à vários fatores: à explosão demográfica, à melhora da qualidade de vida, à diminuição nos níveis de natalidade. Tudo isso aumentou significativamente a população de idosos na sociedade hoje. Portanto, é preciso que haja uma preocupação com o bem-estar e a qualidade de vida, uma vez que temos um contingente muito significativo desse segmento populacional.

Conexão Ciência: O que a psicologia pode fazer para estimular o "Bem-Estar Subjetivo e o Sentido de Vida na Velhice", nome do projeto na qual a senhora está envolvida?

Meyre Eiras de Barros Pinto : O bem-estar é um campo de atuação da psicologia e para tanto, o psicólogo pode estar inserido em uma comunidade como em instituições de atendimento aos idosos, trabalhando questões específicas do processo de envelhecimento e visando dar um suporte emocional às questões relativas a esse período do desenvolvimento humano. Assim, o profissional da psicologia poderá desenvolver projetos de intervenção no sentido de propiciar uma melhor qualidade de vida.

Conexão Ciência: Por que a psicologia vem sendo cada vez mais utilizada para tratar o idoso da sociedade contemporânea?

Meyre Eiras de Barros Pinto : A psicologia é uma ciência importante para tratar do ser humano, em geral. Quando falamos em ser humano, contextualizamos também essa etapa da vida que é a velhice. A psicologia é uma área emergente, contudo, uma vez que esse contingente de idosos vem aumentando de forma significativa, é preciso redobrar as pesquisas e consequentemente, técnicas e procedimentos específicos para essa faixa da população.

Conexão Ciência: Isso significa que o crescimento dessa fatia da população é diretamente proporcional à quantidade de pesquisas na área em questão?

Meyre Eiras de Barros Pinto : Sim. A grande explosão em termos de estudos e de artigos que se deram nessa área foi na década de 1990 aqui no Brasil, enquanto que, em outros países, os de primeiro mundo em particular, a preocupação de estudos e de intervenção junto aos idosos já acontece há mais de três décadas. Aqui no Brasil essa é uma condição emergente.

Conexão Ciência: É difícil para o idoso encarar a velhice?

Meyre Eiras de Barros Pinto : Não podemos generalizar e dizer que todos os idosos têm dificuldades de lidar com a velhice. Depende da visão que cada um tem do seu processo de envelhecimento. Se observarmos os estereótipos sociais que são postos, vamos verificar que isso cria certa resistência, ou seja, o velho é visto como inútil, sem serventia, enfim, todas as limitações desse processo que são postas de forma genérica como se todos fossem iguais, esquecendo das profundas diferenças de vivência e de comportamento. Com todas essas características negativas ressaltadas, o idoso acaba criando certa resistência para olhar o próprio envelhecimento. Esse processo (de envelhecimento) não pode ter somente uma visão que se relaciona apenas com o envelhecimento biológico, como, por exemplo, uma perda da visão ou da audição. Por trás disso, existe também uma dimensão psicológica e por trás do ponto-de-vista psicológico, tem muito mais ganhos do que perdas. Agora do ponto-de-vista biológico, podemos avaliar tendo mais perdas do que ganhos. Assim temos uma perspectiva dialética de uma relação dialética de perdas e ganhos ao longo do processo de envelhecimento para todos nós.

Conexão Ciência: O que seria o "Bem-estar Subjetivo na Velhice"?

Meyre Eiras de Barros Pinto :O conceito de bem-estar subjetivo acaba tendo três significados conforme descritos na literatura. Tem o significado de virtude e felicidade, satisfação com a vida e aspectos positivos. Esses três conceitos permeiam esse conceito maior de bem-estar subjetivo, ou seja, avaliar como o indivíduo está se sentindo nesta fase da vida, ou seja, se ele tem mais sentimentos positivos, se está satisfeito com o que fez, as perspectivas do que ainda vai fazer; questões que possibilitam realizar uma avaliação do bem-estar subjetivo entre os idosos.

Conexão Ciência: Qual a importância do trabalho o "Sentido na Vida" com os idosos?

Meyre Eiras de Barros Pinto :O que detectamos é que muitos indivíduos, dependendo da visão que tenham em relação ao processo de envelhecimento, de certa forma se prendendo aos estereótipos, acreditam que não tem mais o que fazer a não ser esperar a morte. Então, encontrar um sentido de vida é exatamente conseguir realizar projetos que dêem (aos idosos) e propiciem uma perspectiva de vida. Encontrar um sentido na vida é galgar algo daqui para frente, assim como avaliar a sua própria vida com muitos aspectos positivos.

Crédito da Imagem: Imagem tirada de www.fepar.edu.br/psicologia
Ano 4 - Edição 23 - 14/out/07
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sexta-feira, 30 de julho de 2010

SEXTA DOCE!!!

BREVIDADES
Ingredientes

250 g de açúcar refinado
250 g de polvilho doce
6 gemas
3 claras
1 casca fina de limão

Modo de fazer
Peneire o açúcar junto com o polvilho
Coloque na tigela da batedeira
Abra uma cova no centro e adicione as gemas, as claras e a casca de limão
Bata por cerca de 15 minutos ou até fazer bolhas
Retire a casca de limão e asse em forno pré-aquecido a 200º graus em forminhas de alumínio bem untadas
Asse por mais ou menos 25 a 35 minutos ou até dourarem e crescerem
Deixe esfriar, desenforme e sirva
Rende 20 porções.
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SUOR: DESAGRADÁVEL NECESSIDADE

Se você é daqueles que sua em bicas porque vai falar em público, ou então participar de uma reunião importante, não se preocupe. Muito mais comum do que se imagina, a transpiração em excesso é um distúrbio causado por fatores psicológicos ou orgânicos, mas tem solução. Muitas vezes, simples mudanças no cotidiano ajudam a amenizar o incômodo. Outra alternativa, dependendo da causa, pode ser a intervenção cirúrgica.
Conhecida como hiper-hidrose localizada, o excesso de transpiração — em especial nas axilas, palmas das mãos e plantas dos pés — incomoda bastante, mas não é caracterizado como doença. “Neuro-hormônios, como o cortisol, secretados em situações de estresse e ansiedade, interferem no funcionamento das glândulas sudoríparas écrinas (localizadas em toda a derme, com saída pelos poros) e apócrinas (que existem principalmente nas axilas e virilhas, e que excretam suor pelo folículo pilossebáceo), aumentando a transpiração, independente da temperatura externa”, explica a dermatologista Denise Steiner, presidente da Comissão de Ensino da Sociedade Brasileira de Dermatologia, Regional de SP. É o famoso ‘suor frio’. A pessoa pode transpirar muito nas mãos e pés ou apenas nas axilas ou na testa, conforme a predisposição orgânica.
Quem tem tendência genética à hiper- hidrose localizada costuma perceber o problema já na adolescência. “O aumento da produção dos hormônios sexuais durante a puberdade estimula a sudorese nas axilas e na região genital, o que pode determinar uma mudança súbita do odor nestas áreas e manchar as roupas”, explica Rogério Silicani Ribeiro, especialista em Endocrinologia pela Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia e pós-graduando na Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).
Apenas 1% dos casos tem causa específicaDa mesma forma que a hiper-hidrose localizada, a generalizada, que produz um aumento da transpiração no corpo todo, também pode decorrer de situações de ansiedade e nervosismo, quando o sistema nervoso estimula as glândulas sudoríparas écrinas. “É possível, ainda, ser conseqüência de doenças que ativam o sistema nervoso simpático (hipertensão, por exemplo) ou infecções, problemas pulmonares, cardíacos e metabólicos como o diabetes”, diz Ribeiro. “Em algumas doenças metabólicas, como o hipertireoidismo ou a hipoglicemia, a sudorese excessiva pode ser o único sintoma percebido pelo paciente”.
Daí a necessidade de se procurar um especialista para investigar a origem do problema. Durante a consulta, é importante que o médico saiba quando começou, se a pessoa tem diabetes ou qualquer outra doença que pode estar associada ao excesso de suor. “Geralmente, apenas 1% dos casos tem uma causa específica. Muitas vezes pode ser apenas conseqüência de um quadro de estresse, dos calores da menopausa ou da ingestão de algum medicamento”, esclarece Steiner. “Se você sofre com a transpiração excessiva desde a infância ou adolescência, provavelmente é caso de predisposição individual”, avalia.


Ambientes ventilados, mais conforto

Embora a hiper-hidrose incomode até nos dias frios, é no calor que o desconforto piora. Sempre que a temperatura ambiente ou a do corpo (pela prática de atividades físicas, por exemplo) se eleva, a reação do organismo é eliminar o calor através da transpiração, que umedece e refresca a pele, diminuindo a temperatura corporal. Ambientes ventilados, roupas claras (que não retêm o calor) e fabricadas com tecidos leves, que absorvem o suor, podem não resolver, mas ao menos reduzem o desconforto. “Isso é verdadeiro principalmente para pessoas que moram em regiões de clima mais úmido, o que dificulta a evaporação do suor”, diz Ribeiro.


CAMINHOS DO SUOR

O suor é produzido pelas glândulas sudoríparas — que estão distribuídas por toda a extensão da pele e se situam na sua camada mais profunda, a derme. São semelhantes a um minúsculo novelinho de lã, de onde parte o túbulo, um canal que desemboca na superfície cutânea. “Todos chamam a saída do pêlo de poro, mas o termo é inadequado — o correto é óstio. O poro verdadeiro, que é a saída da glândula sudorípara, não é visível a olho nu”, explica Denise Steiner. Existem dois tipos de glândulas sudoríparas: a écrina, que se liga diretamente ao poro, e a apócrina, reponsável pelo suor das axilas e virilhas, por exemplo, e que desemboca no folículo pilossebáceo.


OS PONTOS-CHAVE

A pele é responsável por estabelecer o limite entre nosso corpo e o meio externo. Entre as diversas funções vitais que exerce estão a regulação térmica, defesa orgânica, controle do fluxo sangüíneo e funções sensoriais — calor, frio, tato, pressão e dor. É na pele, mais precisamente na derme (sua camada mais profunda) que estão localizadas as glândulas sudoríparas: as écrinas, mais numerosas e distribuídas por todo o corpo, permitem a produção do suor e sua saída diretamente pela pele. Elas produzem o suor nas mãos e nos pés, por exemplo. As apócrinas, existentes principalmente nas axilas, virilhas e regiões com mais pêlos, produzem o suor com odor característico, quando a sua secreção, que é eliminada pelo folículo pilossebáceo, sofre decomposição por bactérias.
Providências simples às vezes resolvemVeja algumas dicas sugeridas pela dermatologista Denise Steiner.

· Manter a virilha e as axilas depiladas ajuda a evaporar o suor e a diminuir o odor causado pelas bactérias, cuja proliferação é favorecida pela umidade retida nos pêlos.

· Se o desodorante provocar alergia, saiba que o processo inflamatório responsável por esta reação agrava a sudorese. Troque de marca ou escolha um à base de substâncias neutras.

· Compressas com chá preto ajudam a diminuir o suor, graças à presença de ácido tânico, que desacelera a produção da glândula sudorípara.

· Desodorantes antiperspirantes obstruem os ductos das glândulas sudoríparas, reduzindo a produção de suor.

· Se o que mais incomoda é o odor da transpiração, causado pelas bactérias, use desodorantes que contenham bactericidas em sua formulação.

· Existem no mercado aparelhos portáteis de ionização, que inibem o funcionamento das glândulas sudoríparas. Durante os 10 primeiros dias é recomendável usar o aparelho duas vezes por dia. Depois dessa fase, bastam apenas duas aplicações semanais.

Se mesmo assim o problema persite, há as soluções terapêuticas, como as aplicações de toxina botulínica. Essa substância inibe a produção de acetilcolina, neurotransmissor necessário para acionar o mecanismo da transpiração, explica Steiner. É injetada pelo médico na camada superficial da pele em toda a área a ser tratada. Não há contra-indicações ou efeitos colaterais, a não ser discretos hematomas. A aplicação na axila é tranqüila, já no caso das mãos e dos pés há a necessidade de anestesia local para suportar a dor. Os efeitos duram cerca de sete meses. Passado este prazo, faz-se uma nova aplicação.
Uma outra opção, diz Ribeiro, é cirúrgica. “Secciona-se o nervo responsável pela ativação do sistema nervoso simpático, que estimula a sudorese, de modo a controlar os sintomas. Mas uma pequena porcentagem dos pacientes pode apresentar efeito compensatório — ou seja, o corpo transferir a transpiração para outras áreas, como coxas e nádegas”.

Fonte http://revistavivasaude.uol.com.br/Edicoes/56/artigo67922-2.asp
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Mari Salete Oldoni. Tecnologia do Blogger.

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