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quinta-feira, 28 de junho de 2012

Fábula da borboleta

Na postagem de hoje, deixo apenas uma fábula para que possamos refletir o quanto de verdade tem nisso e como podemos aplicar em nosso dia-a-dia.

Um homem, certo dia, viu surgir uma pequena abertura num casulo. Sentou-se perto do local onde o casulo se apoiava e ficou a observar o que iria acontecer, como é que a lagarta conseguiria sair por um orifício tão miúdo. Mas logo lhe pareceu que ela havia parado de fazer qualquer progresso, como se tivesse feito todo o esforço possível e agora não conseguisse mais prosseguir. Ele resolveu então ajuda-la: pegou uma tesoura e rompeu o restante do casulo. A borboleta pôde sair com toda a facilidade... mas seu corpo estava murcho; além disso, era pequena e tinha as asas amassadas.
O homem continuou a observá-la porque esperava que, a qualquer momento, as asas dela se abrissem e se estendessem para serem capazes de suportar o corpo que iria se firmar a tempo. Nada aconteceu! Na verdade a borboleta passou o restante de sua vida rastejando com um corpo murcho e asas encolhidas. Nunca foi capaz de voar.
O que o homem em sua gentileza e vontade de ajudar não compreendia era que o casulo apertado e o esforço necessário à borboleta para passar através da pequena abertura eram o modo pelo qual Deus fazia com que o fluido do corpo daquele pequenino inseto circulasse até suas asas para que ela ficasse pronta para voar assim que se livrasse daquele invólucro.
Algumas vezes o esforço é justamente aquilo de que precisamos em nossa vida. Se Deus nos permitisse passar através da existência sem quaisquer obstáculos, Ele nos condenaria a uma vida atrofiada. Não iríamos ser tão fortes como poderíamos ter sido. Nunca poderíamos alçar vôo
Fonte: "Para que minha vida se transforme"- Maria Salette e Wilma Ruggeri - Editora Verus
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quinta-feira, 21 de junho de 2012

Delírio x Delirium

Existe muita confusão no uso destes dois termos: delírio x delirium. O primeiro é um sintoma observado principalmente nas esquizofrenias e o segundo é uma categoria diagnóstica da Classificação Internacional de Doenças, a CID-10 (OMS, 1993) e do DSM-IV (Manual Diagnóstico e Estatístico da Associação Psiquiátrica Americana- APA, 1994). A palavra delírio etimologicamente significa "sair dos trilhos" (de: fora; e liros: sulcos). Por definição o conceito de delírio consiste em alteração do juízo de realidade (capacidade de distingüir o falso do verdadeiro) e implica em lucidez da consciência. Ou seja, para que se use o termo "delírio" Jaspers propõe que esta alteração do juízo não seja decorrente de uma perturbação da inteligência nem que seja secundário a um estado de consciência momentaneamente alterado. Quando a alteração de juízo é decorrente de um distúrbio da consciência, chamamos, então, de "delirium".

Para Nobre de Mello, é compreensível esta confusão, já que, além da semelhança entre os dois termos, também há um denominador comum que é a "atividade delirante do pensamento". Este autor explica:

"Pois bem: essa atividade anormal envolve modificações específicas da execução psíquica, que atingem e comprometem à intencionalidade do ato noético e dão origem tanto num como noutro caso, a desordens da apreensão das relações significativas puras, que constituem, em última instância, a base supra-individual do entendimento interhumano".

Em outras palavras, indivíduos acometidos tanto de delirium como de delírio têm alterações do pensamento (ato noético) no que se refere à compreensão do significado dos fatos. Estas alterações terminam por comprometer a interação com outras pessoas.

Do ponto de vista fenomenológico os pacientes com delirium (transtorno mental orgânico) têm alteração da atenção, da memória e consequentemente da orientação. Não apresentam pensamento sistematizado, somente fragmentos. Parecem não estar compreendendo o que se passa a sua volta. Existe piora noturna e em qualquer situação que diminua o "input" sensorial, já que sua atenção está reduzida. Podem apresentar alterações da psicomotricidade principalmente agitação noturna, retirando equipos de soro, sondas vesicais ou tentando pegar pequenos animais onde não há nada (alucinose visual). Por outro lado, se beneficiam de dados ou pessoas familiares, de ambientes calmos e iluminados. E suma, em vigência de uma desorganização das funções psíquicas (insuficiência cerebral aguda), os indivíduos ficam confusos. Por isso, frequentemente utilizamos outro termo para designar a síndrome que estes pacientes apresentam que é o "estado confusional". Em geral existe inversão do ciclo sono/vigília (os pacientes agitam à noite e ficam sonolentos durante o dia) e pode-se observar seu aparecimento de maneira abrupta relacionado a doenças físicas e/ou uso de medicamentos. Para maiores detalhes leia mais adiante as apresentações clínicas e etiologia do delirium.

Continuando com a fenomenologia, nos pacientes com delírio (principalmente visto na esquizofrenia), ocorre alteração do conteúdo do pensamento, mas não da memória e da atenção. Quando há a alteração da orientação está se dá em decorrência do delírio, sendo mais frequente a "dupla orientação". Assim o paciente informa corretamente o seu nome, idade, endereço, sabe a data e local onde está, mas, ao mesmo tempo, acredita ser "Jesus Cristo" e diz morar em "Jerusalém". Ocorre um distúrbio do juízo crítico não influenciado na sua lógica e coerência por qualquer outra experiência psicológica, não se deixando refutar pelo pensamento lógico. Ao contrário dos pacientes com delirium, os esquizofrênicos relatam uma transformação do mundo, no qual ocorrem novas significações. Em geral, ocorre uma fase inicial que chamamos de humor delirante, quando o paciente começa a perceber esta alteração do mundo. Nobre de Mello cita algumas indagações que estes pacientes frequentemente fazem nestes períodos: "Há qualquer coisa no ar"... "Essa luz, essa claridade, positivamente não são comuns. Tudo agora está mudado". Gradualmente, vão surgindo novos significados. Para Jaspers, nos esquizofrênicos "não se destrói a crítica. Coloca-se apenas a serviço do delírio. O doente pensa, examina razões e contra-razões assim como o faria se fosse sadio". Nobre de Mello descreve o novo mundo que os esquizofrênicos vivenciam, da seguinte maneira:

"Dir-se-ia que todo o mundo perspectivo circundante do enfermo passa a encher-se de significações ocultas, dantes inexistentes, abrangendo coisas, objetos, animais pessoas, um universo, enfim, de significações novas, que os doentes se esforçam em vão por aclarar. Tudo em torno adquire sentido. Não há evento, por mais banal e rotineiro, que não encerre alguma intenção, que o paciente deseje ardentemente decifrar. Tudo quer dizer alguma coisa. Nada ocorre por acaso".

Matéria completa pode ser encontrada em http://www.ccs.ufsc.br/psiquiatria/98dest-deli.html




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Voltando...

Bom Dia pessoas!!!
Depois de um longo período de abandono, ou melhor, em standby, estamos retornando às postagens.
Sou grata a todos que fizeram visitas ao blog mesmo durante todo o tempo em que esteve inerte, rsrs. Vamos em frente, a vida segue e a luta continua...
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sexta-feira, 30 de setembro de 2011

ESCLEROSE MÚLTIPLA - o que é, a quem atinge, causa e tratamento

A esclerose múltipla é uma doença crônica que afeta o cérebro e cordão espinhal. Alguns dos sintomas são: sensações alteradas, deficiencia visual, franqueza muscular e depressão, bem como apresenta algumas dificuldades de fala e de coordenação. 
Em um ataque da doença, ocorre dificuldade de movimentar-se ou na mobilidade de uma forma geral, e em alguns casos, os mais severos, pode causar até a incapaciade.
A Esclerose múltipla afeta as células do cérebro e do cordão espinhal (os neurônios) que são responsáveis pela transmissão de informações captadas do meio ambiente para a pessoa. A partir destas informações se cria o raciocínio, o reflexo e a prórpia noção de subsistência humana, oportunizando ao cérebro o controle do corpo. Estas células tem uma camada de gordura - que chamamos de bainha de mielina - que as protegem e que ajudam a carregar com maior agilidade os sinais elétricos ou as informações recebidas, e é justamente nesta parte que a esclerose ataca, causando a destruição gradual desta camada e outros danos aos neuronios, tornado deficitária a rede de informações a serem transmitidas ao cerebro, assim como e o retorno do comando que o cérebro dá ao corpo. Alguns estudiosos acreditam que a esclerose é uma doença autoimune, uma vez que acreditam envolve o ataque do sistema imunológico ao sistema nervoso.
A doença se manifesta de formas diferentes e com sintomas novos, podendo aparecer lenta e progressivamente. O que causa realmente a doença continua sendo objeto de estudo, mas ainda sem definição.
Sabemos, no entanto, que até o momento, a Esclerose múltipla não tem cura, mas com as pesquisas e as novas tecnologias, não se descarta a possibilidade de que essa cura venha a ser encontrada.
Para quem pensa que esclerose é coisa só de gente velha, está enganado. Ela afeta principalmente adultos, mas normalmente se inicia entre os 20 e 40 anos, sendo que a maior incidência é em mulheres, isto é, afeta mais mulheres do que homens. Outra descoberta das pesquisas é de que a esclerose múltipla tem maior incidência em climas temperados do que em locais clima tropical.
O tratamento consiste na recuperação, após o ataque, para evitar novos ataques e a incapacidade.
É recomendado fisioterapia e psicoterapia, além de medicação como antivirais, que devem ser prescritos pelo médico após minuciosa avaliação.




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terça-feira, 27 de setembro de 2011

Danos provocados pelo calor excessivo

Quando ficamos expostos ao calor excessivo, nosso organismo tende a produzir mais calor que o normal. Embora o organismo tenha mecanismos de regulação da temperatura, com a exposição ao calor excessivo, o indivíduo pode desenvolver irritabilidade, sensação de fraqueza, depressão, uma certa dose de ansiedade e dificuldade de concentração.
Em casos mais graves pode ocorrer a desidratação, erupções na pele, cãimbras e outras alterações neurológicas, podendo também, dependendo da gravidade da situação, deixar sequelas permanentes.
É de suma importância o repouso em locais mais frescos e arejados durante as épocas de muito calor e é absolutamente necessário procurar manter o corpo refrescado, mesmo que seja necessário recorrer ao resfriamento dele.

A seguir, algumas providências que devem ser tomadas imediatamente após a manifestação da exaustão física:
- Colocar compressas de água fria no rosto e nos pulsos (evitar compressas com álcool);
- Expor o indivíduo à ventilação contínua; aplicar banhos de imersão em água fria, de preferência gelada;
- Colocar bolsas de gelo nas axilas e virilhas;
- Fazer hidratação via oral, com soro caseiro (em um copo de água filtrada ou fervida, colocar duas colheres de chá de açúcar e uma pitada de sal. Misturar bem);
- Oferecer-lhe alimentação leve; levá-lo ao médico na ocorrência de vômitos, tonturas, desmaios ou convulsões. Essa atitude é de vital importância para a sobrevivência do indivíduo.

A mortalidade da síncope pelo calor pode atingir até 50% das pessoas que se expõem ao calor excessivo e geralmente está associada à idade avançada, crianças e indivíduos com insuficiência orgânica grave.

Alguns cuidados básicos deverão ser tomados na exposição prolongada ao calor:

- Beber líquidos que contenham sais, com o intuito de repor a quantidade perdida durante a transpiração;
- Usar roupas de cor clara e tecidos leves que permitam que a transpiração seja evaporada e não fique retida no tecido;
-Evitar o uso de bebidas alcoólicas em excesso, assim como de alimentos de difícil digestão, que aumentam a função metabólica, levando o indivíduo a sentir-se mais sonolento e desatento;
- Realizar as atividades físicas de qualquer modalidade nos períodos de menor incidência solar e, conseqüentemente, de menor temperatura ambiente. Essas atividades deverão ser obrigatoriamente moderadas para as pessoas que não estejam condicionadas fisicamente;

Banhar-se sempre para diminuição da temperatura corporal, não esquecendo de molhar a cabeça. Como vivemos em um país tropical é importante nos protegermos do calor intenso e aos poucos condicionar nosso corpo às atividades físicas, como forma de prevenir possíveis danos físicos e funcionais.
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sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Doce sexta feira!

Hmmm, o doce de hoje é uma mousse de morangos que fica muito gostosa e é simples de fazer.

Ingredientes
300 g /2 xícaras (chá) de morangos picados
1 lata de leite condensado
1 lata de creme de leite
1 pacote de gelatina em pó incolor e sem sabor
suco de 1/2 limão
Modo de Preparo
 
1. Lave muito bem os morangos sob água corrente e retire as folhas. Numa tigela, deixe-os de molho por 10 minutos. Em seguida, retire os morangos sem escorrer a água, com cuidado para que as "sujeirinhas" fiquem no fundo da tigela.

2. Hidrate a gelatina com um pouco de água morna, seguindo as instruções da embalagem. Se for preciso, leve a gelatina ao banho-maria para dissolver.

3. Abra a lata de creme de leite e retire o soro. Coloque o creme de leite, o leite condensado, os morangos picados e o suco de limão no liquidificador e bata até obter um creme homogêneo. Em seguida, acrescente a gelatina dissolvida e bata rapidamente.

4. Retire a musse do liquidificador e distribua em tigelinhas individuais. Leve à geladeira por no mínimo 2 horas ou até que fique firme. Sirva gelada.
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Mari Salete Oldoni. Tecnologia do Blogger.

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