sexta-feira, 30 de setembro de 2011

ESCLEROSE MÚLTIPLA - o que é, a quem atinge, causa e tratamento

A esclerose múltipla é uma doença crônica que afeta o cérebro e cordão espinhal. Alguns dos sintomas são: sensações alteradas, deficiencia visual, franqueza muscular e depressão, bem como apresenta algumas dificuldades de fala e de coordenação. 
Em um ataque da doença, ocorre dificuldade de movimentar-se ou na mobilidade de uma forma geral, e em alguns casos, os mais severos, pode causar até a incapaciade.
A Esclerose múltipla afeta as células do cérebro e do cordão espinhal (os neurônios) que são responsáveis pela transmissão de informações captadas do meio ambiente para a pessoa. A partir destas informações se cria o raciocínio, o reflexo e a prórpia noção de subsistência humana, oportunizando ao cérebro o controle do corpo. Estas células tem uma camada de gordura - que chamamos de bainha de mielina - que as protegem e que ajudam a carregar com maior agilidade os sinais elétricos ou as informações recebidas, e é justamente nesta parte que a esclerose ataca, causando a destruição gradual desta camada e outros danos aos neuronios, tornado deficitária a rede de informações a serem transmitidas ao cerebro, assim como e o retorno do comando que o cérebro dá ao corpo. Alguns estudiosos acreditam que a esclerose é uma doença autoimune, uma vez que acreditam envolve o ataque do sistema imunológico ao sistema nervoso.
A doença se manifesta de formas diferentes e com sintomas novos, podendo aparecer lenta e progressivamente. O que causa realmente a doença continua sendo objeto de estudo, mas ainda sem definição.
Sabemos, no entanto, que até o momento, a Esclerose múltipla não tem cura, mas com as pesquisas e as novas tecnologias, não se descarta a possibilidade de que essa cura venha a ser encontrada.
Para quem pensa que esclerose é coisa só de gente velha, está enganado. Ela afeta principalmente adultos, mas normalmente se inicia entre os 20 e 40 anos, sendo que a maior incidência é em mulheres, isto é, afeta mais mulheres do que homens. Outra descoberta das pesquisas é de que a esclerose múltipla tem maior incidência em climas temperados do que em locais clima tropical.
O tratamento consiste na recuperação, após o ataque, para evitar novos ataques e a incapacidade.
É recomendado fisioterapia e psicoterapia, além de medicação como antivirais, que devem ser prescritos pelo médico após minuciosa avaliação.




terça-feira, 27 de setembro de 2011

Danos provocados pelo calor excessivo

Quando ficamos expostos ao calor excessivo, nosso organismo tende a produzir mais calor que o normal. Embora o organismo tenha mecanismos de regulação da temperatura, com a exposição ao calor excessivo, o indivíduo pode desenvolver irritabilidade, sensação de fraqueza, depressão, uma certa dose de ansiedade e dificuldade de concentração.
Em casos mais graves pode ocorrer a desidratação, erupções na pele, cãimbras e outras alterações neurológicas, podendo também, dependendo da gravidade da situação, deixar sequelas permanentes.
É de suma importância o repouso em locais mais frescos e arejados durante as épocas de muito calor e é absolutamente necessário procurar manter o corpo refrescado, mesmo que seja necessário recorrer ao resfriamento dele.

A seguir, algumas providências que devem ser tomadas imediatamente após a manifestação da exaustão física:
- Colocar compressas de água fria no rosto e nos pulsos (evitar compressas com álcool);
- Expor o indivíduo à ventilação contínua; aplicar banhos de imersão em água fria, de preferência gelada;
- Colocar bolsas de gelo nas axilas e virilhas;
- Fazer hidratação via oral, com soro caseiro (em um copo de água filtrada ou fervida, colocar duas colheres de chá de açúcar e uma pitada de sal. Misturar bem);
- Oferecer-lhe alimentação leve; levá-lo ao médico na ocorrência de vômitos, tonturas, desmaios ou convulsões. Essa atitude é de vital importância para a sobrevivência do indivíduo.

A mortalidade da síncope pelo calor pode atingir até 50% das pessoas que se expõem ao calor excessivo e geralmente está associada à idade avançada, crianças e indivíduos com insuficiência orgânica grave.

Alguns cuidados básicos deverão ser tomados na exposição prolongada ao calor:

- Beber líquidos que contenham sais, com o intuito de repor a quantidade perdida durante a transpiração;
- Usar roupas de cor clara e tecidos leves que permitam que a transpiração seja evaporada e não fique retida no tecido;
-Evitar o uso de bebidas alcoólicas em excesso, assim como de alimentos de difícil digestão, que aumentam a função metabólica, levando o indivíduo a sentir-se mais sonolento e desatento;
- Realizar as atividades físicas de qualquer modalidade nos períodos de menor incidência solar e, conseqüentemente, de menor temperatura ambiente. Essas atividades deverão ser obrigatoriamente moderadas para as pessoas que não estejam condicionadas fisicamente;

Banhar-se sempre para diminuição da temperatura corporal, não esquecendo de molhar a cabeça. Como vivemos em um país tropical é importante nos protegermos do calor intenso e aos poucos condicionar nosso corpo às atividades físicas, como forma de prevenir possíveis danos físicos e funcionais.

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Doce sexta feira!

Hmmm, o doce de hoje é uma mousse de morangos que fica muito gostosa e é simples de fazer.

Ingredientes
300 g /2 xícaras (chá) de morangos picados
1 lata de leite condensado
1 lata de creme de leite
1 pacote de gelatina em pó incolor e sem sabor
suco de 1/2 limão
Modo de Preparo
 
1. Lave muito bem os morangos sob água corrente e retire as folhas. Numa tigela, deixe-os de molho por 10 minutos. Em seguida, retire os morangos sem escorrer a água, com cuidado para que as "sujeirinhas" fiquem no fundo da tigela.

2. Hidrate a gelatina com um pouco de água morna, seguindo as instruções da embalagem. Se for preciso, leve a gelatina ao banho-maria para dissolver.

3. Abra a lata de creme de leite e retire o soro. Coloque o creme de leite, o leite condensado, os morangos picados e o suco de limão no liquidificador e bata até obter um creme homogêneo. Em seguida, acrescente a gelatina dissolvida e bata rapidamente.

4. Retire a musse do liquidificador e distribua em tigelinhas individuais. Leve à geladeira por no mínimo 2 horas ou até que fique firme. Sirva gelada.

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Enxaquecas: diagnóstico, tratamento e prevenção

Diagnóstico

As enxaquecas são diagnosticadas com dados de história, ou seja, "ouvir o paciente". O exame físico e neurológico na enxaqueca é normal. Assim, história típica e exame físico normal sugerem enxaqueca.

Tratamento
O tratamento da enxaqueca tem três fases: início da dor, dor já instalada e prevenção.
Na crise aguda de enxaqueca é importante distinguir entre o início da dor e a dor já instalada. No início, a enxaqueca pode ser tratada com analgésicos e derivados do ergot. Na fase de dor instalada os analgésicos não agem tão bem. Nessa fase, os triptanos agem melhor. Entretanto, são medicamentos muito caros.

Prevenção
A prevenção de enxaqueca é possível com vários tipos de medicações. Medicamentos antidepressivos e beta bloqueadores têm sido preventivos nas enxaquecas em muitos pacientes. O paciente deve tomar o medicamento diariamente para impedir que a dor apareça. Não se sabe exatamente como agem os medicamentos para prevenir a enxaqueca, mas eles conseguem impedir o aparecimento da dor e são indicados para os pacientes com dores muito freqüentes e intensas.

Dores de cabeça tensionais
A dor de cabeça tensional ocorre quando os músculos da face, nuca, ou da base do crânio permanecem pressionados por longos períodos de tempo. Elas são mais comuns do que a enxaqueca, porém, mais fáceis de tratar.

Causas
Uma dor de cabeça tensional normalmente ocorre depois de um acontecimento estressante ou cansaço. A tensão então é traduzida ao desconforto físico muitas vezes com contração da musculatura cervical.
A dor de cabeça tensional também podem ser ocasionada por alterações nos olhos, pescoço, dentes, ou maxilar ou pela postura incorreta - especialmente quando se mantém a cabeça em um ângulo inadequado enquanto se lê, dirige, ou assiste televisão.

Sintomas
O principal sintoma dessas dores de cabeça é uma dor em pressão, que ocorre na região frontal da cabeça. Essa dor constante, porém de leve intensidade, ocorre em ambos os lados da cabeça.

Diagnósticos
A avaliação do disgnósico implica em uma revisão dos eventos que normalmente precedem as dores de cabeça, bem como um exame físico para afastar qualquer outra doença que poderia estar causando essas dores. Um exame psicológico pode ser conduzido também para detectar qualquer problema emocional que esteja contribuindo para as dores de cabeça.

Tratamento
Normalmente o tratamento começa com a eliminação da tensão ou corrigindo problemas físicos que estão causando as dores de cabeça. Os analgésicos, relaxantes musculares, e tranqüilizantes podem ocasionalmente ser usados para tratar dores de cabeça de contração muscular. Além disso, medicamentos antidepressivos podem ser eficazes na prevenção de dores de cabeça naqueles indivíduos que sofrem regularmente com elas.